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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Por que empresas que contratam LGBT são mais inovadoras

Bandeira gay

São Paulo – Há pouco mais de 20 anos era impensável para um profissional LGBT assumir sua orientação sexual no trabalho e não sofrer nenhum preconceito.
Hoje, com a constante demanda por aceitação, inclusão e sensibilidade, essa realidade está com os dias contados.
Grandes empresas, como IBMAccentureFacebookApple e Starbucks já se tornaram referência global em ações e iniciativas que incluam lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais em suas equipes e cargos de chefia.
E o motivo de tanto engajamento é inspirador: muito mais do que retorno financeiro, essas empresas querem uma sociedade mais justa e igualitária.
“O que buscamos é construir um espaço em conjunto, oferecendo as mesmas oportunidades a todos. O retorno financeiro, se vier, é apenas uma consequência”, explica Adriana Ferreira, diretora de diversidade e inovação da IBM no Brasil.
E mesmo assim o dinheiro vem. Uma pesquisa divulgada recentemente pela revista Management Science comprovou que as companhias que incluem os LGBT em sua estrutura apresentam um aumento de 8% nos registros de patentes.
Segundo os pesquisadores, que entrevistaram mais de 5.000 empresários nos Estados Unidos, os profissionais diversificados trazem características relacionadas à criatividade, mente aberta e disposição maior de assumir riscos.
Jorge Abrahão diretor-presidente do Instituto Ethos, sustenta que as empresas que olham com sensibilidade para as demandas sociais conquistam mais espaço e retorno financeiro.
“Um profissional LGBT pode trazer uma bagagem de vida que ajuda a empresa a analisar problemas por uma outra perspectiva, tomar decisões importantes e principalmente se sentir acolhido e incentivado a criar”, diz ele.
Para Jorgete Lemos, diretora de diversidade da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Brasil), a explicação para esse fenômeno está, principalmente, dentro das próprias empresas.
“Tomar decisões assim comprova que a companhia está em um patamar degestão muito mais avançado", acredita. "A partir do momento em que se contrata um funcionário assumidamente homossexual promove-se um ambiente igualitário que vai instigá-lo a criar e fazer inovações”.
Brasil igualitário
Uma outra pesquisa, realizada pela empresa de recrutamento e seleção Elancers com 10.000 empregadores, concluiu que 20% das companhias que atuam no Brasil se recusam a contratar homossexuais.
Para elas, o medo de ter a imagem da empresa associada ao profissional é a principal justificativa. O estudo revela ainda que 7% não contratariam um LGBT “de modo algum”, enquanto 11% só considerariam a contratação caso o candidato jamais pudesse chegar a um cargo de chefia.
Esses números apenas confirmam a resistência das corporações brasileiras em conviver com o diferente.
“As empresas estão perdendo profissionais excepcionais. Precisamos avançar e deixar de lado os tabus e os costumes que adquirimos com o tempo, porque quem detém o conhecimento não é só uma classe social, mas toda a humanidade”, explica Abrahão.
Dentre os exemplos mais concretos no Brasil estão a IBM e a Accenture. Ambas têm ações específicas para atração, retenção e engajamento dos profissionais tanto LGBT, quanto de outras minorias.
Além disso, promovem ações para discutir a importância de profissionais com histórias de vida diferentes e garantem um ambiente igualitário, sem preconceitos.
“Priorizamos o respeito ao indivíduo, o livre arbítrio e principalmente um espaço de troca de experiências”, conta Samantha Dutra, gerente sênior de desenvolvimento organizacional da Accenture no Brasil.
Referência no país
A principal referência no Brasil de ações que garantem um ambiente igualitário a todos é o Fórum de Empresas e Direitos LGBT.
Fundado em 2013, a organização reúne grandes empresas em torno do compromisso com o respeito e a promoção de direitos humanos, além de influenciar o meio empresarial e a sociedade sobre o tema.
O propósito é estimular ações que ajudem as empresas a repensar suas estratégias, desmistificar o tema no âmbito empresarial e influenciar a gestão e as lógicas das instituições.
Atualmente, a organização conta com 35 empresas que seguem os compromissosde respeitar os direitos humanos dos homossexuais, que englobam principalmente a igualdade em todos os setores das empresas.
“Em nossos debates quem fala são os LGBT. Eles que mostram aos heterossexuais que a igualdade só acontecerá quando o preconceito deles acabar”, explica Ferreira, que além de líder da IBM também está no comitê gestor do Fórum.
No final das contas, o mais importante é promover um lugar acolhedor para mostrar que todos são iguais e merecem as mesmas oportunidades.

Deutsche Bank is close to agreement of $ 5.4 billion with US



Homem com guarda-chuva passa em frente ao prédio do Deutsche Bank em Londres, na Inglaterra

Deutsche Bank is close to a deal with the US authorities to pay 5.4 billion dollars to settle charges related to the sale of mortgage-backed securities before the financial crisis, reported AFP news agency on Tuesday, citing sources .

Germany's largest bank reported about two weeks would contest the cobrançade 14 billion dollars from the US Department of Justice.

An agreement could be announced in the coming days, he published the AFP citing a person familiar with the matter.

The final amount of the agreement may be slightly different, the source said.

Deutsche Bank did not comment on the report and a spokesman for the US Justice Department did not immediately respond to requests for comment.

The actions of the German bank listed in the US rose more than 14 percent.

Les actions des banques européennes tombent par crainte de la Deutsche Bank

Deutsche Bank

Les valeurs bancaires baisse enregistrée dans la matinée du vendredi, les places boursières en Europe, de Paris à Londres via Milan et Madrid, traîné par les craintes entourant la force de la Deutsche Bank.

A 09h50 (04h50 GMT), Société Générale a perdu 4,09% à 29,56 euros à Paris, Barclays a donné 3.11% à 162.10 pence à Londres, Unicredit a reculé de 4,17% à € 1,951 Milan, tandis que Santander a chuté 4,59% à 3,77 euros à Madrid.

"Il y a une perception aggravation du risque pour les investisseurs," at-il déclaré à l'AFP Alexandre Baradez, analyste chez IG France.

Le jeudi, les nouvelles que plusieurs fonds spéculatifs ont commencé à réduire leur exposition à la Deutsche Bank, inquiets de leur situation financière, a provoqué une panique sur le mouvement de Wall Street.

Des doutes sur la santé de la banque allemande est de plus en plus forte. Ce mois-ci, la justice des États-Unis a établi un record amende de 14 milliards de dollars dans une affaire liée à la crise du «subprime» en 2008.

le magazine Focus a rapporté la semaine dernière que la chancelière allemande Angela Merkel aurait rejeté toute aide à la banque avant les élections législatives de 2017 et que ni contempler contacter Washington pour réduire l'amende.

Troco popularidade por crescimento econômico, diz Temer

Michel Temer, na abertura do Exame Fórum 2016

São Paulo - Prestes a completar um mês na Presidência da República, Michel Temer fez um diagnóstico da situação econômica do país durante o EXAME Fórum 2016, realizado nesta sexta-feira (30), em São Paulo. “O momento atual é grave e precisamos compreender isso com objetividade”, disse ele. “O Brasil tem pressa. Quem perdeu emprego não pode esperar. Famílias endividadas não podem esperar”, disse o presidente.
Temer afirmou ser indispensável a aprovação de reformas importantes para o país, mesmo que isso possa parecer impopular num primeiro momento. “Se eu ficar impopular, mas o Brasil crescer, eu me dou por satisfeito.”
A recuperação do país, disse, virá a partir da colaboração de trabalhadores e empregadores. “O rumo para a reconstrução do nosso país já foi aberto. Juntos, vamos construir um país mais moderno, mais próspero e mais justo.”
Durante seu discurso, o presidente defendeu a parceria entre o governo e a iniciativa privada. “O poder público não pode fazer tudo sozinho”, disse. “Não queremos o Estado mínimo, nossas demandas sociais são muitas, mas também não queremos um Estado pesado. Queremos um Estado que garanta a igualdade de oportunidade”.
“O empreendedor, todos nós sabemos, é um criador de possibilidades. O Estado tem consciência do papel fundamental do setor privado. Ao fazê-lo, o faço ancorado na Constituição Federal. Nossa Constituição prestigia a iniciativa privada. O poder público não pode fazer tudo sozinho”, disse o presidente.
Para a criação de oportunidades, afirmou o peemedebista, é necessário “combinar dois preceitos indissociáveis”: a responsabilidade fiscal e a responsabilidade social. “A irresponsabilidade fiscal é um veneno que corrói os direitos sociais”.
Críticas
Ao falar da situação fiscal do país, Temer não poupou críticas ao governo de sua antecessora Dilma Rousseff. “É como se deslumbrando o abismo no horizonte, [o governo] tivesse colocado os dois pés no acelerador”, disse. “Nós encontramos um país que acumula trimestres consecutivos de queda do PIB e com inflação crescente. Chegamos a quase 12 milhões de desempregados”. 
Em diversos momentos, Temer fez questão de afirmar que a “culpa” do cenário atual não era dele e lembrou quando, em maio deste ano, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) “comemorou” dados de desemprego que, na realidade, se referiam ao período em que Dilma Rousseff estava no poder. “Não quero que falem que esses passivos são nossos”, disse Temer.
Gastos públicos
O presidente voltou a frisar a importância da reforma fiscal para a retomada do crescimento sustentável do país. Ele chamou atenção para o apoio que o governo tem conquistado para aprovar medidas no Congresso.
Temer citou como exemplo a aprovação da PEC 31, que prorroga a desvinculação de receitas da União e estabelece a desvinculação de receitas dos estados, Distrito Federal e municípios. “Já estava no Congresso há mais de 11 meses, parada”, afirmou. “Em três semanas, aprovamos na Câmara e no Senado.”
Os recursos destinados à educação e saúde, segundo o presidente, serão preservados. “A Federação só será forte se os estados e municípios também forem. Os estados terão que readequar seus gastos”, disse.
A aprovação da PEC 241, que limita os gastos públicos, é fundamental para evitar uma recessão mais profunda, segundo Temer. “A dívida pública chegará a 100% do PIB em 2024 se a PEC não for aprovada. Será a falência do país. Os poderes precisam trabalhar juntos para sairmos dessa crise.”
O presidente voltou a afirmar que seu governo não pretende aumentar impostos, mas que só será possível evitar a elevação da carga tributária com a aprovação da PEC 241. “Sem controle dos gastos, seriam insustentáveis as políticas de saúde, habitação e educação. Essa proposta é essencial para proteger os direitos de grupos menores da população”, disse.
Previdência
Sobre a reforma da previdência, Temer disse que ela será feita em conjunto com a sociedade. Além do diálogo com sindicatos, disse, o governo deve criar programas para divulgar à população a necessidade e a importância das mudanças no sistema atual.
“Em algum momento, o governo não terá mais como pagar os aposentados. Experiências em outros países nos mostram a existência de graves danos sociais quando reformas como essas são atrasadas."
Programas sociais
Temer também rebateu críticas dos céticos do trabalho social do governo. “Esse governo não segmenta pobres contra ricos, ricos contra pobres. Queremos que todos cresçam, pobres e ricos”, afirmou.
Em outro momento, o presidente disse que não irá “ignorar a existência de pessoas pobres” e citou o reajuste de 12,5% do Bolsa Família, anunciado em junho deste ano.
“Nós fizemos com que a Caixa Econômica Federal aumentasse o financiamento de casas. Nós liberamos neste segundo semestre 75 mil novas vagas do Fies. Isso é para as pessoas que dizem que o Temer vai acabar com os programas sociais”, completou.
Confiança
Por fim, Temer citou as viagens que fez recentemente à China e aos Estados Unidos e disse que a confiança no país já está sendo restabelecida.
"Todos querem investir aqui, só precisavam de segurança”, disse. “Confesso a vocês que só anteontem recebi quatro grandes investidores que já estão investindo bilhões de dólares no país.”
Aos poucos, segundo ele, o clima de otimismo será estendido aos empresários e à população. “Nós mesmos estamos retomando a esperança de que juntos vamos retomar o crescimento."
A confiança também foi citada pelo presidente da Abril, Walter Longo, durante a abertura do evento. “O Brasil será sempre o país do futuro se não tivermos a coragem de enfrentar o presente e aprender com o passado. Evoluir, no fundo, é uma escolha. Sem apoio não há esperança, e sem esperança não há saída. Cabe ao governo conquistar essa esperança”, disse. 

Annual inflation accelerated in August in the US

             Dólar, dólar em queda

Annual inflation accelerated in August in the United States, with the Consumer Price Index registering 1% this month, said on Friday the Commerce Department.

In July, the PCE price index based on consumer spending - which is the basis for the Federal Reserve to observe the evolution of prices - was 0.8%.

Excluding volatile sectors such as energy and food, prices based on consumer spending rose 1.7%, a slight increase of 0.1 point compared to July.

MPF pede que Ministério mude acesso a verbas do Minha Casa

Prédio ocupado em São Paulo há 6 anos que foi avaliado pelo Minha Casa Minha Vida Entidades

São Paulo - O Ministério Público Federal (MPF) enviou recomendação ao Ministério das Cidades contra procedimentos para liberação de recursos para o programa Minha Casa Minha Vida na categoria Entidades, destinada a movimentos sociais de luta por moradia.
No entendimento do MPF, a Portaria 163, de 6 de maio deste ano, contém trechos ilegais ao repassar às entidades o controle da fila de atendimento.
"A norma prevê uma série de obrigações a serem cumpridas pelos candidatos. Parte delas contraria a finalidade do Minha Casa Minha Vida e amplia a margem de poder dessas associações", diz a Procuradoria da República em São Paulo, por meio de nota oficial.
A recomendação é feita após o MPF cobrar explicações sobre 14 entidades que executam obras do programa na cidade de São Paulo. Para a Procuradoria, é preciso que as entidades detalhem o processo de seleção das famílias. A recomendação se estende também à Caixa Econômica Federal, banco que financia o programa habitacional.
Reação. O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, afirmou que a recomendação "é uma tentativa de criminalização dos movimentos sociais".
Boulos diz que a portaria citada pelo MPF serve para regulamentar lei aprovada pela Câmara dos Deputados - e esta, segundo ele, garante o acesso na categoria Entidades aos recursos do programa Minha Casa Minha Vida.
"O que nos deixa impressionados é que o MPF não questiona os critérios de seleção de prefeituras e governos, que montam suas listas sem critério nenhum, muitas vezes reforçando o coronelismo", afirmou. Boulos lembrou que a recomendação não tem força de lei e o ministério pode não segui-la.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Bonaire venderá ações da CPFL Energia à State Grid

                   AES Sul pela CPFL Energia

São Paulo - O fundo Bonaire Participações decidiu pela venda de suas ações que fazem parte do bloco de controle da elétrica CPFL Energia para a chinesa State Grid, que já acertou a compra da fatia dos demais controladores da companhia.
Em resposta a questionamento da Reuters, a Bonaire afirmou que a venda já acertada refere-se a ações que serão entregues pelos fundos de pensão Funcesp, Sistel, Petros e Sabesprev.
A fatia restante do fundo na CPFL não está envolvida no negócio no momento.
"Quando uma nova oferta de compra for apresentada, deverá ser motivo de nova deliberação", explicou o Bonaire.

BRF reduzirá pagamentos a fornecedores após queda nos lucros

                  BRF

BRF, maior produtora de alimentos processados do Brasil, vai reduzir temporariamente os valores pagos aos seus fornecedores como parte dos esforços para recuperar as margens de lucro, que foram espremidas nos últimos 12 meses.
A empresa reduzirá em 5 por cento o preço de produtos e serviços entregues entre outubro e dezembro, segundo memorando enviado aos fornecedores, ao qual a Bloomberg teve acesso.
A medida é uma resposta à crise econômica e ao aumento dos preços das commodities no mercado interno, que afeta diretamente a cadeia de produção da BRF, informou a companhia em resposta por e-mail a perguntas da reportagem.
A BRF, maior exportadora mundial de aves, viu seu lucro líquido cair 92 por cento no primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado.
A empresa foi diretamente afetada pela escalada nos preços domésticos do milho usado para alimentar suas aves e pelo excesso na oferta de frangos, que derrubou os preços das exportações.
Os resultados foram influenciados também pela diminuição das vendas no Brasil, com o agravamento da recessão.
Em junho, a BRF anunciou que suspenderia a produção de frango em duas unidades devido ao ambiente "desafiador". No início do ano, a empresa informou que estava buscando reduzir os salários reais de seus funcionários, ajustando-os abaixo da inflação.
Os preços do milho brasileiro estão 23 por cento mais altos que um ano atrás devido ao aumento das exportações e a uma colheita menor que a esperada, segundo dados compilados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea-USP).

Justiça marca audiência para cancelar demissões na Samarco

               Entrada de prédio da Samarco em Mariana, Minas Gerais. 11/11/2015

Rio de Janeiro - A Justiça do Trabalho marcou para 11 de outubro a primeira audiência de conciliação entre Samarco e Ministério Público do Trabalho para decidir ação do órgão que pede a suspensão do Plano de Demissão Voluntária (PDV) da mineradora, realizado devido ao rompimento de barragem no ano passado.
A informação é do secretário do Sindicato Metabase Mariana, Ronilton de Castro Condessa. "O PDV poderia ter sido melhor, continuamos tentando negociar", afirmou Condessa, à Reuters.
Juntamente com o Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG), o Ministério Público do Trabalho ajuizou uma ação civil pública contra a Samarco e suas controladoras, Vale e BHP Billiton, para a readmissão de todos os trabalhadores que foram dispensados dos quadros da Samarco.
A empresa interrompeu suas operações após o rompimento de uma barragem de rejeitos de minério em Mariana (MG), em novembro, deixando 19 mortos, centenas de desabrigados e poluindo o rio Doce em toda a sua extensão, até o mar capixaba.
"A ação requer, ainda, que as empresas garantam os empregos e salários de todos os funcionários da Samarco Mineração S.A. até a retomada efetiva das atividades de operação minerária, além da condenação, a título de danos morais coletivos, no valor de 200 milhões de reais", disse o MPMG, em uma nota.
A Samarco registrou a adesão de 923 empregados ao seu PDV, cujo período de inscrição terminou em julho, abaixo da meta de 1.200 desligamentos. Outras demissões poderiam ainda ser realizadas.
Procurada, a Samarco afirmou que o acordo relativo ao PDV foi uma solução construída pela Samarco com os Sindicatos Metabase Mariana e Belo Horizonte e Sindimetal ES. De acordo com a mineradora, os funcionários que aderiram ao plano já receberam os valores previstos no acordo.
Além disso, a empresa destacou que mesmo considerando o acordo válido, em respeito ao MPT, iniciou a renegociação de parte do pacote previsto no programa com o órgão e com os sindicatos.
"Desde o rompimento da barragem de Fundão, em novembro de 2015, a Samarco fez o possível para manter sua força de trabalho, mesmo com suas operações suspensas. Concedeu licenças remuneradas, férias coletivas e dois períodos de suspensão temporária do contrato de trabalho (lay-off)", disse a Samarco.  (Por Marta Nogueira)

José Cuervo multimillonario prepara OPI en México

                  Tequila José Cuervo

Sao Paulo - El Becle mexicana, dueño de tequila José Cuervo, se está preparando para la apertura de su capital en la Bolsa de Valores de México (BMV).

La salida a bolsa debe dar el mayor fabricante de tequila en el mundo hasta 1 mil millones de dólares, según estimaciones de Reuters. La compañía también tiene que vender periódicos en una escasez de la oferta en los Estados Unidos.

El imperio del tequila

Conocido en todo el mundo, el tequila comenzó a ser producido más de 250 años por José Antonio de Cuervo y Valdés, en una ciudad mexicana que lleva el mismo nombre de la bebida, en el estado de Jalisca. Hasta la fecha, la producción de destilado es controlado por los herederos de José Cuervo.

Casi el 75% de lo producido y comercializado por la empresa se destinan a los Estados Unidos y Canadá. El año pasado, la compañía tuvo unos ingresos de alrededor de $ 1 mil millones, más de un 30% más que en 2014.

BB e Caixa podem precisar de aporte em 2018, diz Fitch

                Banco do Brasil

São Paulo - O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal vão precisar de aporte do governo federal em 2018 para se manterem dentro de regras regulatórias, se nada for feito para corrigir a condição atual, disse nesta quarta-feira um analista da Fitch Ratings em evento em São Paulo.
"Algumas medidas podem ser adotadas para impedir isso, como a venda de alguns ativos para levantar recursos", afirmou Raphael Nascimento, analista de instituições financeiras da Fitch, durante apresentação a profissionais do mercado financeiro.
Nascimento disse que algumas medidas já têm sido tomadas por ambos os bancos, como pagar um volume menor de dividendos aos acionistas.
Mas o BB também pode ter que vender sua fatia no argentino Banco Patagonia, opção já admitida pela própria instituição, enquanto a Caixa pode ter que se desfazer de sua participação no Banco Pan, por exemplo.

US reduces oil reserves, says report weekly

                 1. Engenharia de petróleo

US oil reserves fell last week against what was expected, analysts said on Wednesday at the Department of Energy.

In the week ended 23 September inventories fell 1.9 million barrels to 502.7 million. Analysts polled by Bloomberg expected an increase of 3 million barrels.

The professional organization API had calculated a larger drop than announced by the Department of Energy.

Gasoline inventories rose 2 million barrels while the Bloomberg expected a half a million growth.

Distillate stocks fell 1.9 million barrels. Bloomberg analysts estimated an increase of 500,000 barrels.

Mercado pede reforma urgente, mas governo não quer desgaste

                Michel Temer toma posse como presidente. 31/8/2016

O governo de Michel Temer tenta equilibrar a urgência das medidas para ajustar a economia com o pragmatismo para evitar desgastes políticos. A aprovação da reforma da Previdência deve ficar para 2017.
Consultorias políticas esperam, porém, uma aprovação mais rápida, provavelmente ainda este ano, da PEC do teto dos gastos e da flexibilização dopré-sal, duas mudanças com elevado potencial de impactar o mercado no curto prazo.
“Tudo indica que a PEC dos gastos vai ter uma aceleração no plenário”, diz João Augusto de Castro Neves, cientista político do Eurasia Group em Nova York.
A medida, que impõe um limite ao crescimento dos gastos do governo, poderia ser votada integralmente ainda antes do fim do ano.
Em comissão da Câmara, a PEC deve ser aprovada ainda antes da próxima decisão do Copom, que acontece no dia 19 de outubro. Alguns analistas do mercado consideram que este pode ser o sinal que falta para o Banco Central decidir cortar os juros.
O próprio BC tem insistido em suas mensagens que a melhora das perspectivas fiscais, assim como a inflação na meta, é fator crucial para a redução da taxa Selic.
Castro Neves avalia que a aprovação da PEC em comissão, embora seja apenas um primeiro passo, poderá dar ao mercado e ao BC uma boa ideia sobre o futuro da medida no Congresso.
Após o voto na comissão, será possível saber se o projeto passou com poucas ou muitas alterações e se o governo mostrou maior ou menor força, sinalizando como podem ser os próximos passos na tramitação da medida.
Outra mudança que deve começar a andar logo e deve ser completada ainda este ano é a flexibilização da lei do pré-sal, diz Lucas de Aragão, sócio da Arko Advice em Brasília. O projeto, que desobrigaria a Petrobras de ser operadora única e de participar de todos os campos de petróleo no pré-sal, tem recebido grande interesse de investidores que são clientes da consultoria, diz Aragão. “Esse é um projeto muito importante, que não tem tido na mídia o destaque merecido”.
Quanto à Previdência, os consultores avaliam que um eventual adiamento do envio da reforma ao Congresso para após as eleições seria uma medida de pragmatismo de baixo custo, pois teria pouco efeito sobre as perspectivas de aprovação. Independentemente de a reforma ser enviada agora ou após as eleições, as votações no Congresso só devem ser concluídas no segundo semestre de 2017.
Também prevista para 2017, a reforma trabalhista não deve ser vista pelo governo como prioritária, segundo os consultores. Assim como a mudança na Previdência, trata-se de uma reforma que mexe diretamente com direitos dos trabalhadores e fazer as duas ao mesmo tempo poderia representar um custo político muito alto. Segundo Aragão, o governo pode tentar alguma alteração tópica, mas sem uma mudança ampla nas leis de trabalho.
Tanto no caso da PEC dos gastos quanto na reforma da Previdência, as duas com maior impacto para a política fiscal, a expectativa é que o governo acabe fazendo algumas concessões, mas sem comprometer o “espírito” das mudanças.
O prazo de vigência do teto dos gastos e a transição da idade mínima da aposentadoria poderiam estar entre pontos negociáveis caso surjam dificuldades maiores nas discussões.
Castro Neves, do Eurasia, considera, no entanto, que o governo terá de redobrar os esforços para evitar fazer concessões políticas que gerem frustração entre os investidores, dado que a retomada da confiança no país ainda está apenas em seu estágio inicial.
“Os investidores estão traumatizados pelo que ocorreu no governo passado e não querem ter nova decepção”.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Gafisa vai contratar bancos para avaliar IPO da Tenda

Obra da Tenda em São Paulo

São Paulo - A construtora e incorporadora Gafisa informou na noite de segunda-feira que seu conselho de administração aprovou a contratação de bancos para avaliar eventual oferta pública inicial de ações (IPO) da unidade Tenda.
A companhia afirmou que seu conselho autorizou contratação de Itaú BBA, Bradesco BBI, BofA Merryl Lynch, Banco do Brasil e Banco Votorantim sobre "oportunidade de realização de uma oferta pública de ações de emissão da Tenda".
"Não há decisão definitiva ainda quanto à realização de oferta pública ou com relação (...) à venda de participação societária ou separação através de uma operação de reorganização societária", afirmou a Gafisa, que vem há anos trabalhando para se separar da unidade voltada a imóveis econômicos.

Com Compass, Fiat faz nova investida em SUVs

Fábrica da Fiat em Pernambuco

São Paulo - A Fiat Chrysler Automobiles (FCA) fez na segunda-feira, 26, o lançamento global do novo Compass, terceiro modelo a entrar em produção na fábrica do grupo em Goiana, no norte de Pernambuco, e a nova investida da montadora ítalo-americana no mercado de utilitários esportivos, segmento que ainda consegue driblar a crise.
O carro encerra o ciclo de investimentos de R$ 15 bilhões anunciado em 2013. Com esses recursos, a montadora lançou, além do Compass, o Renegade (outro utilitário esportivo), a picape Toro e o subcompacto Mobi.
O próprio parque industrial de Goiana, cujo orçamento passou de R$ 7 bilhões, fez parte desse ciclo de investimento.
A meta do grupo é vender 2,5 mil unidades do Compass por mês, ou 30 mil carros por ano. Com o Renegade, a marca já emplacou no mercado brasileiro 75 mil unidades desde seu lançamento, há 1 ano e 5 meses.
Equipado com motor 2.0, o modelo, de porte médio, está posicionado acima do Renegade, seu irmão menor no portfólio da marca Jeep e cujo preço parte de R$ 71,99 mil.
O novo SUV - como esse tipo de veículo também é conhecido, na sigla em inglês - chegará às concessionárias no início de novembro, mas já pode ser encomendado nas revendas da Jeep por preço que começa em R$ 99,99 mil.
Depois da estreia no Brasil, o Compass será produzido em outras fábricas do grupo no mundo a partir do ano que vem. Como parte das ambições da Jeep de ter a liderança no mercado global de SUVs, a ideia é vendê-lo em mais de 100 países.
"O Jeep Compass vai fazer a ponte entre o megassucesso Renegade e nossa tradicional linha de importados, composta por Cherokee, Wrangler e Grand Cherokee", diz Sérgio Ferreira, diretor-geral da Jeep na América Latina, no comunicado de lançamento do modelo.
Sergio Marchionne, presidente global da FCA, veio ao Brasil para acompanhar o lançamento do Compass em Pernambuco e comandar uma reunião do conselho executivo do grupo, realizada fora do eixo Turim-Detroit a cada seis meses.
Nesta terça-feira, 27, o executivo italiano estará em Brasília para participar de uma audiência com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Não há previsão de novos anúncios nesse encontro.
Entre as tecnologias oferecidas pelo novo modelo estão controle de velocidade de cruzeiro adaptativo (acompanha o ritmo do veículo da frente), sistema de manutenção de faixa e aviso de prevenção de colisão frontal.
O Compass vem para disputar mercado com modelos como Honda CR-V, Toyota RAV4, Hyundai ix35 e Kia Sportage, entre outros.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Conselho da Linx aprova preço de R$18,50 em oferta de ações

IPO da Linx na Bovespa

São Paulo - O conselho de administração da produtora de software Linx aprovou preço de 18,50 reais por ação para a oferta de papéis que deve movimentar 440 milhões de reais, informou a companhia no início desta terça-feira.
A empresa vai emitir 24 milhões de novas ações ordinárias em oferta restrita e o início das negociações dos papéis é previsto para a quarta-feira.
A Linx vai usar os recursos líquidos da oferta para "realizar novas aquisições de empresas que viabilizem a implementação de sua estratégia de crescimento", afirmou a companhia em documento enviado ao mercado.
Os coordenadores da operação são BTG Pactual, Itaú BBA, Credit Suisse e Morgan Stanley.

Preços dos alimentos voltam a cair e provocam deflação em SP

Alimentação

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, apresentou deflação na terceira prévia de setembro, com recuo na média de preços em 0,03%, ante alta de 0,01%, na apuração anterior.
Dos sete grupos pesquisados, três apresentaram queda e o que mais influenciou o resultado geral foi alimentação (de 0,06% para -0,52%).
Em despesas pessoais, a taxa passou de um recuo de 0,19% para uma variação negativa de 0,39%. No grupo educação, houve baixa de 0,02%, mas com um movimento de recuperação dos preços, já que na pesquisa passada essa classe de despesa tinha apresentado redução mais expressiva (-0,12%).
No grupo habitação, o índice subiu 0,03%, depois de uma retração de 0,40% na última prévia.
Em vestuário, os preços apresentaram elevação de 1,12%, bem acima do resultado anterior (0,36%). Em transportes, cujos preços se mantinham estáveis, houve alta de 0,23%. Em saúde, foi constatada ligeira desaceleração (de 0,69% para 0,65%).
O levantamento da Fipe capta as variações do custo de vida das famílias com renda mensal entre um e dez salários mínimos.

Custo da construção sobe 0,37% em setembro

Construção civil

O Índice Nacional de Custo da Construção registrou taxa de variação de 0,37% em setembro, resultado acima do verificado no mês anterior, de 0,26%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Materiais, equipamentos e serviços acusaram variação de 0,16%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,26%. Dos quatro subgrupos, três apresentaram acréscimo em suas taxas, destacando-se material para acabamento, que passou de -0,25% para 0,1%.
O índice referente à mão de obra teve variação de 0,55%. No mês anterior, a taxa foi de 0,26%. A variação ocorreu devido à primeira parcela dos reajustes salariais de Brasília e ao início da captação da segunda parcela do reajuste salarial de São Paulo, praticado em janeiro.
O Índice de Confiança da Construção (ICST) subiu 2,1 pontos em setembro, atingindo 74,6 pontos, o maior nível desde junho de 2015. Esta é a terceira alta consecutiva, apesar de o indicador continuar em níveis muito baixos em termos históricos. Essa alta tem relação com a melhora das perspectivas no curto prazo.
Maior nível desde dezembro de 2014
O Índice de Expectativas avançou 3,4 pontos, atingindo 84,8 pontos – maior nível desde dezembro de 2014. A situação dos negócios para os próximos seis meses foi o que mais contribuiu para a alta do índice, com variação de 5,1 pontos em relação ao mês anterior.
O Índice da Situação Atual subiu 0,6 ponto, alcançando 64,8 pontos. Mesmo após a quarta alta, o resultado continua abaixo da média histórica. A principal contribuição para a alta veio da percepção das empresas em relação à situação atual dos negócios, que registrou elevação de 0,9 ponto em relação ao mês anterior, atingindo 66,1 pontos.
O Nível de Utilização da Capacidade do setor, em setembro, atingiu 64,8%, o equivalente a 0,3 ponto percentual acima do resultado de agosto, mostrando relativa estabilização do nível de atividade.

OMC réduit les prévisions de croissance du commerce mondial à 1,7%

Avião voando perto de containeres de exportação

Genève - Le volume du commerce mondial devrait croître que de 1,7 pour cent cette année, la première fois en 15 ans que le commerce international se déplace vers le bas l'économie mondiale, a déclaré mardi l'Organisation mondiale du commerce (OMC).

La projection, bien au-dessous de l'estimation précédente de 2,8 pour cent faite de l'OMC en Avril, ce qui reflète un ralentissement en Chine et au Brésil et aussi la réduction des importations américaines.

L'OMC estime également ralentissement de la croissance du commerce en 2017 que la prévision précédente, avec une augmentation de 1,8 à 3,1 pour cent au lieu de la prévision de 3,6 pour cent en Avril.

Canada proves that age is cruel to global growth

Em Toronto, no Canadá, um dos mais famosos monumentos da cidade usou as cores da bandeira da França para homenagear as vítimas dos ataques em Paris.

Ottawa - The aging population is becoming the most weight to the labor market and Canada's growth prospects.

It is also the reason why the global economy may end up getting stuck in an era of low interest rates and weak demand.

The President of the Bank of Canada, Stephen Poloz, made a forceful speech last week, saying the five decades of expansion driven by the generation born after World War II is ending and that Canada's potential economic growth slowed to 1.5 per percent.

This rate is almost one percentage point lower than the average growth of gross domestic product in the last 35 years.

In the case of Canada, at least, business leaders should be considered lucky at the time for having a "very good return" of 4 percent, similar to that of some Asian companies, he said.

Young people need to think about work longer and save more to finance retirement than their parents were, and governments need to take tougher decisions regarding tax, trade and immigration policies to try to protect the marginal gains of future income growth , Poloz said.

"These people started to retire in recent years and the potential economic growth is slowing as a direct result of that," Poloz said last week in Quebec City.

"We can not just sit and wait for these forces, which act slowly, change of pace."

The largest population increase in the last 12 months occurred in the age group over 55 years, which grew almost six times more than the population aged 25-54 years.

This is a trend seen in most industrialized countries, such as Japan, where the central bank is facing deflation and anemic growth.

central banks around the world have established near zero or negative interest rates in order to regenerate inflation.

The slow global growth undermines the economy of Canada, which depends on foreign trade, because it limits exports of oil, machinery and minerals.

Due to the labor market fall, the base rate of the Bank of Canada interest rate of 0.5 percent, will not need to rise so early, not as much as in past economic recoveries, to keep inflation under control.

The so-called neutral rate that maintains the economy in balance, can be present only 0.75 percent in comparison with the peak of 5.5 percent registered before the global financial crisis, said Poloz.

"The most important force that has brought down the neutral rate is the steady decline in the potential growth rate of the economy," Poloz said.

"However, this decline is mainly driven by the aging of our population, which is slowing the growth rate of our workforce."

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Rival Pay Pal will Card POS

                   Máquina de cartão de crédito

São Paulo - PayU, a global online payments, announced that it will enter the Brazilian physical retail. Until then, the company had no physical operation.

The deal will be done in partnership with Global Payments Brazil, the world leader in electronic payment technology, which will provide knowledge about the machines cards.

The purpose of the PayU, which operates in the same PayPal segment PagSeguro and Paid Market, for example, is to increase the options available to its customers.

"We are expanding our portfolio of solutions to offer our partners more service options and competitive advantages that go beyond the online", says Marcos Marins, CEO of PayU in Brazil.

On the other hand, the Global Payments seeks to consolidate the Brazilian market. The company's activities in the country covers both the traditional retail as e-commerce.

The online payment solution PayU has more than 7 million active buyers and 40,000 webshops accredited in Brazil.

It operates in 16 countries in Asia, Eastern and Central Europe, Latin America, Middle East and Africa. He entered Latin America through the acquisition of pagosonline and DineroMail.

In January 2014, Brazilian companies Bcash and Fcontrol left the Buscapé Company and became part of the group Naspers.Ltd with PayU name.

公司馬雲預計,光棍節記錄

                Fundador da empresa chinesa Alibaba, Jack Ma (11/nov/2015)

上海 - 螞蟻金融,億萬富翁馬雲控制的虛擬支付的中國巨人,預計商業盛會光棍節,今年超過了近14十億$在2015年,因為國內消費仍儘管經濟不景氣彈性。

在線金融服務公司預計處理11月11日銷售記錄,每年的馬拉松虛擬購物24小時,其前身是阿里巴巴集團控股子公司,並已成為中國互聯網零售業的晴雨表。

由於支付寶,全國領先的支付服務運營商,金融螞蟻在扮演著大量的利害攸關的連續傳輸的關鍵作用。

阿里巴巴和事件,這是由投資者的密切關注,並為兩家公司感到非常自豪的源泉螞蟻太多賭注。

也產生了一些爭議:美國證券交易委員會(SEC,其英文縮寫)分析報導,去年推廣的數據,在5月的年度報告中表示,阿里巴巴。

副會長,蔡崇信表示,該公司正在與監管機構合作,並報告了該自願透露調查的事實。

“我們的合作夥伴和工作人員每天24小時在今年努力11/11。我們期待並希望它會比去年更大,“道格拉斯Feagin,前銀行家高盛投資誰現在負責螞蟻的國際業務說。

“我們在平台上提供了很多商家,產品和服務,我可以說,很多人都在規劃的高級階段。”

大多數在線金融服務公司,在中國被稱為浙江小螞蟻和微型金融服務集團,提供近450萬用戶,並在在線支付和互聯網服務,晚餐送外賣與騰訊控股競爭。

最近在$ 75十億里昂證券估值,該公司正在評估在香港股初始發行2017年以來,據消息人士透露。

“我們看到的是一個上市公司的優勢,但我們沒有時間表,”Feagin彭博新聞社在上海的比賽前說。

現在,螞蟻正試圖複製在國外當地的成功,特別是在亞洲。該公司希望在數以千萬計的中國人的誰每年出國旅遊的腳步,讓他們吃晚飯,購買和滿足的方式等方面的需求。

,Feagin今天表示,支付寶是由超過80,000零售商接受下線全球。而週一,該公司宣布到的服務在10個國際機場,其中包括慕尼黑,東京和首爾接受的協議。

然而,電子商務在中國的發展霸占了螞蟻網絡,其中也有在該國最大的基金貨幣市場和過量的其他金融服務。

螞蟻將繼續投資於安全性和產能擴張,Feagin說。

該公司也在尋求國外技術在騰訊,他對網上金融兇猛的對手獲得優勢。

例如,它最近獲得EyeVerify,生物體認證技術來保護數據和消費者的虛擬交易。

New Home sales fell in August in the US

                       Casas, imóveis

Sales of new homes in the US fell in August, after reaching in July the highest level in nine years, but remained solid, said the Commerce Department.

The transactions in August fell 7.6%. On annual basis, sales were 609,000 against 659,000 in July, which was the month of higher sales in nine years.

Compared to August 2015, sales increased 20.6%.

Deutsche Bank lebt Herbsttag nach Regierung zu leugnen Hilfe

                     Angela Merkel

Sao Paulo - Die Aktien der Deutschen Bank begann die Woche um mehr als 6% in Frankfurt und New York notiert.

Der Grund für den Rückgang war ein Bericht über das Wochenende von Focus Magazin veröffentlicht. Nach der Veröffentlichung hat der Bundesregierung die Möglichkeit, aus der Hilfe für die Bank Bereitstellung einer Milliarde Dollar Schulden an die US-Regierung zu zahlen.

In den letzten 16 Tagen informiert die United States Department of Justice die Absicht, eine Geldbuße in Höhe von 14 Milliarden Dollar an die Bank zu verhängen. Die Organisation wirft der Deutschen Finanzprodukte aus insolventen Hypothekenkredite geschaffen haben, die zu der Krise von 2008 beigetragen.

Am Morgen, sagte ein Sprecher der Deutschen zu keiner Zeit, dass die Anwendung der staatlichen Beihilfen, und dass die "Herausforderungen" durch die Bank konfrontiert war "besitzen."

Embraer confirma corte de quase 8% da força de trabalho

                  Embraer

São Paulo - A Embraer confirmou nesta segunda-feira que cortará aproximadamente 8 por cento da sua força de trabalho por meio de um programa de demissão voluntária, cortando custos em meio a vendas fracas na divisão de jatos empresariais e redução dos contratos da área de defesa.
A fabricante de aviões aceitou a demissão de 1.463 empregados, que passam a valer na próxima semana, de 1.470 que se voluntariaram para o programa, de acordo com um comunicado da empresa.
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Líderes do sindicato afirmaram na semana passada que quase metade dos funcionários que estavam deixando a companhia eram da linha de montagem da Embraer em São José dos Campos (SP).
Por volta de 15:45, as ações da Embraer recuavam 3,43 por cento, liderando as quedas do Ibovespa.
O colunista Lauro Jardim do jornal o Globo publicou no fim de semana que a Embraer preparava a venda de sua área de defesa, o que a empresa negou "veementemente" em nota nesta segunda-feira. Em nota a clientes, BTG Pactual e Bradesco BBI avaliaram como improvável a venda da área de defesa.
De acordo com a fabricante de aviões, "a unidade de Defesa & Segurança é lucrativa e a Embraer continua expandindo sua atuação no segmento tanto no Brasil quanto no exterior".

Empresas têm US$ 17 bi em dívidas no exterior até dezembro

                    Notas de real

São Paulo - Até o fim deste ano, as empresas e bancos terão de pagar ou renegociar mais de US$ 17 bilhões em dívidas no exterior, segundo relatórios do Banco Central.
A conta mais pesada terá de ser paga em dezembro, quando vencem US$ 6,4 bilhões em títulos de dívida, empréstimos e crédito comercial.
Com o caixa enfraquecido pela recessão econômica e escassez de crédito no mercado interno, a situação preocupa.
Nas últimas semanas, executivos de empresas de vários setores têm feito uma via-sacra em bancos e investidores no exterior para conseguir dinheiro novo e escapar do risco de calote.
Apesar da leve retomada de captações no mercado externo, as renegociações não têm sido fáceis. A taxa de rolagem das dívidas do setor privado (títulos e empréstimos) no exterior, por exemplo, caiu de 95% em 2015 para 53% até julho deste ano.
Uma taxa acima de 100% significa que foi possível refinanciar toda a dívida que venceu no período e ainda tomar novos empréstimos. Abaixo desse porcentual, o devedor não conseguiu (ou não quis) renovar o débito. Nos títulos de longo prazo, a taxa de rolagem foi ainda pior: caiu 52% em 2015 para 36% em julho deste ano.
No mercado interno, com a rigidez dos bancos para conceder novos empréstimos, algumas empresas têm conseguido fazer captações de recursos, mas a um custo muito alto.
De qualquer forma, esse tipo de operação dá um fôlego no caixa de quem tem de pagar uma dívida no exterior, por exemplo, onde a renegociação pode ser mais complicada neste momento.
Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima), neste ano, as companhias conseguiram captar no mercado doméstico R$ 66 bilhões até agosto - valor 18% inferior ao de igual período de 2015.
"Há uma demanda grande porque os bancos reduziram muito a oferta de crédito, mas estão pagando muito caro", afirma o economista da Austin Rating, Alex Agostini.
Ele explica que, embora a taxa básica de juros esteja estável há 14 meses, em 14,25% ao ano, as taxas têm subido por causa do aumento do risco.
Mas algumas empresas não têm tido outra saída a não ser aproveitar essas oportunidades e fugir de uma recuperação judicial. Nos bancos internos, embora a concessão de crédito novo seja raro, as renegociações têm aumentado.
Em alguns casos, com alterações nos juros (para cima). Mas há casos em que as renegociações têm sido favoráveis às empresas, com manutenção das taxas e expansão do prazo. Isso tudo para não aumentar ainda mais o prejuízo das instituições financeiras com a inadimplência.
"Se avaliarem que se trata de um problema conjuntural, os bancos vão preferir renegociar a dívida. Na maioria dos casos, as empresas são saudáveis em situações normais", afirma o economista Carlos Rocca, diretor técnico do Centro de Estudos do Instituto Ibmec (Cemec).

Controladores da Usiminas estão longe de acordo

                      13 - Usiminas

São Paulo - Prestes completar dois anos, a briga societária entre os sócios controladores da Usiminas - Techint/Ternium e Nippon Steel - se mostra longe de um desfecho.
Logo após a siderúrgica ter conseguido alongar sua dívida, ponto crucial para a reestruturação da empresa, a Nippon evidenciou a falta de acordo com sua sócia ítalo-argentina e voltou a bater na sua falta de concordância sobre a eleição de Sérgio Leite para a presidência da Usiminas, no lugar de Rômel de Souza, nome de confiança da empresa japonesa.
Souza substituiu Julian Eguren em setembro de 2014, quando o até então presidente da Usiminas foi afastado com outros dois diretores, todos indicados pela Ternium. Desde então, os dois conglomerados siderúrgicos travam brigas, inclusive na esfera judicial.
A posse de Leite, que está há 40 anos na Usiminas e que antes ocupava o cargo de vice-presidente comercial, vem sendo questionada pela Nippon na esfera judicial, em um processo que tramita em segredo de Justiça e que teve pedido de intervenção realizado pela japonesa.
Na semana passada, a Nippon Steel jogou um balde de água fria naqueles que achavam que a Usiminas vivia dias mais tranquilos, com uma carta publicada na imprensa.
O texto, que acabou não sendo bem recebido pelo mercado, tratava dos feitos de Souza e ainda de Paulo Penido, ex-conselheiro da Usiminas indicado pela Nippon, que faleceu no mês passado.
"Sem a dedicação e o empenho demonstrados pelos srs. Rômel e Penido, a Usiminas não teria concluído o refinanciamento das dívidas, crucial para superar a crise histórica que enfrenta", diz a carta, citando um provérbio sobre gratidão.
Uma fonte próxima à Nippon Steel disse que a intenção dessa publicação foi exaltar a importância de Penido para a trajetória da Usiminas.
Em meio ao mal-estar provocado pela carta, o conselheiro da Usiminas Luiz Carlos Miranda, representante dos empregados no colegiado, criticou, em artigo publicado na imprensa em Minas Gerais, o texto da Nippon, em que frisou ainda que a reestruturação da dívida foi trabalho de toda a companhia.
"O que mais queremos nesse momento é a pacificação da empresa, para que ela tenha plenas condições de se dedicar apenas à geração de resultados positivos. (....) É inadmissível que, além do terrível momento pelo qual passa a indústria do aço no mundo e a degradada situação econômica e política no Brasil, a Usiminas tenha ainda que se desvencilhar de conflito sem precedentes entre os acionistas", diz o conselheiro.
"A conclusão do complexo processo de renegociação da dívida, conduzido ao longo de seis meses, representa um marco para a revitalização da empresa, que agora está completamente focada na melhoria dos resultados", destaca a Usiminas em nota.

Divisão

Depois de um longo período de briga e sem acordo à vista, a única saída vislumbrada seria a separação da Usiminas, com Nippon Steel ficando com a usina de Ipatinga (MG) e Ternium com a unidade de Cubatão, na Baixada Santista, que está com a atividade primária paralisada desde o início do ano. Mas nada foi feito para viabilizar esse divórcio até aqui e o assunto está parado.

Em crise, empresas não conseguem pagar nem juros de dívida

                    Triunfo Participações

São Paulo - Endividadas e com a receita em queda por causa da recessão econômica, as empresas brasileiras têm perdido a capacidade de honrar seus compromissos.
Em quase metade (49%) das grandes companhias do País, a geração de caixa não é suficiente nem para pagar os juros da dívida - quadro que explica o aumento da inadimplência, das renegociações com credores e da escalada dos pedidos de recuperação judicial.
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Para economistas, a situação é tão grave quanto a dívida pública nacional. O enfraquecimento financeiro das empresas representa risco de aumento do desemprego e de atraso ainda maior na reativação da economia nacional.
Resultado de levantamento feito pelo Centro de Estudos do Instituto Ibmec (Cemec) traduz essa preocupação.
Num grupo de 605 grandes empresas (349 fechadas e 256 abertas), a geração de caixa tem sido suficiente apenas para pagar 58% das despesas financeiras.
Ou seja, a prioridade das companhias hoje é equacionar a dívida e evitar uma recuperação judicial ou falência. Nem de longe pensam em novos investimentos, afirma o economista Carlos Rocca, diretor técnico do Cemec, responsável pelo levantamento.
O cenário é o oposto daquele vivido até 2013, quando as empresas viviam um ambiente de crédito farto e barato num mercado de consumo crescente.
"De repente, as expectativas desabaram e houve uma frustração das empresas, que já estavam altamente endividadas", diz Rocca.
No trabalho feito pelo economista, ele retrata essa trajetória de endividamento das companhias e a rápida deterioração dos indicadores financeiros a partir de 2014.
O índice de alavancagem, por exemplo, cresceu de forma exponencial. Em 2010, 36% do patrimônio das empresas de capital aberto (exceto a Petrobrás) era dívida. Essa fatia subiu para 109% no primeiro semestre deste ano. Além disso, a participação dos débitos em moeda estrangeira mais que dobrou no período, para 60%.
O avanço desses índices, no entanto, não seria um grande problema se o País não tivesse entrado em recessão e o consumo despencado. Junta-se a isso o fato de o real ter tido uma forte desvalorização, o que pressionou ainda mais a dívida das empresas.
Entre 2010 e 2015, o endividamento do conjunto de companhias levantado pelo Cemec teve um salto de 173%, para R$ 1,9 trilhão.
"Houve uma mudança radical, estrutural, na governança financeira das empresas", diz o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), José Roberto Afonso, professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).
Segundo ele, um traço marcante e peculiar do Brasil era ser um país com um baixo agregado de dívida em toda economia, sendo que boa parte dela era muito concentrada no governo, num padrão incomum em outras economias, inclusive as emergentes.
Nesse novo cenário, com maior endividamento, as empresas passaram a conviver com mais um problema: a rigidez das instituições financeiras para emprestar dinheiro e o encarecimento das operações.
"Os bancos estão cada vez mais seletivos na concessão de crédito e exigindo garantias mais robustas em quantidade e qualidade para cobrir o risco", afirma o sócio da área de direito bancário e reestruturação da Demarest Advogados, Fabio Braga.
Com caixa debilitado, custo mais caro e sem crédito, as empresas estão ficando inadimplentes. Dados do Banco Central mostram que a taxa de atraso no pagamento de algumas linhas aumentou do ano passado para cá. Nos empréstimos de capital de giro/rotativo, por exemplo, subiu de 7,7% para 10,5%.
"Quem não conseguir renegociar suas dívidas vai partir para a recuperação judicial ou falência", afirma Artur Lopes, da consultoria Artur Lopes & Associados, especializada em gestão de crise. Até agosto, o número de pedidos de recuperação judicial havia aumentado 60% em relação a igual período do ano passado, de 766 para 1.235.
Por ora, não há expectativa de melhora, afirma Ricardo Carvalho, diretor sênior de empresas da agência de classificação de risco Fitch Ratings. "A expectativa é que o endividamento continue crescente, pressionado pelo alto custo da dívida." A agência já revisou uma dezena de ratings de empresas nos últimos meses.
Na lista de rebaixamentos estão Triunfo, que tem quase R$ 300 milhões a vencer nos próximos meses; os aeroportos de Viracopos e Guarulhos; e a OdebrechtRealizações imobiliárias. "Enquanto a geração de caixa não se recuperar, as empresas não conseguirão reduzir o endividamento."